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 07 de setembro: foi o maior ato da história do Brasil

O vereador por Cuiabá, T. Coronel Paccola participou do ato em Brasília.

Descartando desde o início que as manifestações convocadas para 07 de setembro fossem resultar em atos de vandalismo ou invasão dos Poderes em Brasília, Paccola foi até a capital do Distrito Federal participar da programação do feriado.

“Não tive dúvida alguma de que as manifestações eram pacíficas, ordeiras, como todas as outras que foram feitas. Nenhum dos grupos que estavam organizando pregaram qualquer tipo de invasão ou ataque, muito pelo contrário, fomos orientados a não usar bandeiras ou símbolos de partidos para fazermos um ato em defesa do que acreditamos que seja o verdadeiro sentido da palavra liberdade, da independência dos poderes e da democracia”, disse Paccola.

Paccola defendeu que as ações em defesa dos valores cívico-militares estão acima de partidos políticos e que as orientações em todas as manifestações são pela preservação do patrimônio público e privado.

“Nos organizamos para sermos a primeira barreira de contenção para qualquer tipo de balbúrdia ou manifestação contrária ao que estávamos defendendo”, afirmou.

INDICAÇÃO

Para o vereador, os atos no Dia da Independência serviram como um termômetro para os mais de 100 pedidos de impeachment protocolados contra o presidente no Congresso, uma vez que opositores do atual Governo também convocaram atos para o dia 12.

“Tivemos o maior público da história, não cabe ao Parlamento encaminhar este tipo de pedido. Caso Bolsonaro seja derrotado em 2022, em razão do grande número de apoiadores, o resultado das urnas pode ser visto como suspeito pelo grupo e uma revolta popular é possível. Sem o voto impresso,  e caso ele não seja eleito, vai ficar sempre um sentimento de dúvida, que pode causar uma revolta popular e aí podemos chegar próximo de um momento de guerra civil e o Exército ter que intervir no Brasil”, avaliou.

Na visão de Paccola, porém, isso não seria por muito tempo e nem resultaria na continuidade de Bolsonaro ou no vice-presidente general Hamilton Mourão se mantendo no poder.

“Como foi em 1964, ele assume por um período até que se faça readequação para novas eleições e assim restabelecer a garantia da lei e da ordem no Brasil como um todo. O Exército brasileiro hoje não tem desejo por isso, porque tudo o que ele traz até hoje do regime é muito negativo para o exército como instituição”, disse.

E finaliza afirmando que só vai entender quem esteve presente. “O momento em que milhares e milhares de pessoas cantaram o Hino Nacional com toda certeza os presentes sentiram a maior emoção da história com um sentimento e uma vontade de mudança de tudo que vem acontecendo no Brasil. O povo deseja que algo aconteça, deseja que haja um alinhamento para que os PODERES possam ser independentes. Foi um momento histórico”.

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