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Mesmo na pré-campanha, Tenente Coronel Paccola já informava que não faria o uso de santinhos físico durante sua campanha.

Ter consciência ambiental não é para todos, há muitos anos a prática de distribuição de santinhos durante as campanhas eleitorais já virou cultura nacional. São milhares de santinhos distribuídos durante passeatas, deixados nas casas e pouquíssimos os que usam o material de fato como lembrete para não esquecer o número do seu candidato no dia da votação.


Na era da Tecnologia o candidato a vereador por Cuiabá, T. Coronel Paccola enumera motivos para não fazer o uso do tão requisitado santinho eleitoral. “Pouquíssimas pessoas guardam o santinho, com isso, estaremos evitando a proliferação do corona vírus, não vamos sujar a cidade nem degradar o meio ambiente, além de estar realizando minha primeira campanha eleitoral com baixo custo sem utilização de Fundo Partidário, nem tampouco Fundo Eleitoral, e essa decisão porque eu acredito que o uso de dinheiro público para fins eleitorais não deveria ocorrer”, esclarece o candidato.


Todo o material de campanha do T. Coronel Paccola consiste em adesivos para carro e praguinhas adesivas que podem ser coladas ao celular como forma de não esquecer o número de voto na urna que será realizado em Cuiabá no próximo dia 15 de novembro.

A opção do vereador está ligada a uma de suas propostas (Proposta 2.4) que consiste em propor a implantação de Sistema Eletrônico de Informação digitalizado para virtualizar os processos do executivo, reduzindo assim o uso de papéis, eliminando a possibilidade de desvio de conduta entre usuários e servidores. Como também, sua preocupação com as questões ambientais e com a conservação da limpeza urbana, investindo em uma campanha limpa, ecologicamente correta, com entrega consciente de material de campanha.

Campanha limpa é sinônimo de boa conduta durante o processo eleitoral que é ecologicamente repudiada, a prática ainda configura crime eleitoral, de acordo com o artigo 39, § 5º, III, da Lei 9.504/97. Aqueles que descumprirem e espalharem as propagandas pelas ruas, sofrerá a penalidade de seis meses a um ano de prisão, além de multa de R$ 5 mil a R$ 15mil.

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