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 Vereador T. Coronel Paccola participa de ato VOLTA AS AULAS

Após manifestação organizada por pais de alunos e proprietários de unidades de educação, vereador protocola ofício no SINEPE-MT.

“Fui convidado pelo grupo de mães e pelos proprietários dos estabelecimentos de ensino da rede privada de Cuiabá, que demonstraram completa insatisfação pela forma como está sendo conduzida a retomada das aulas da rede particular que, ou já fecharam ou estão fechando porque eles dependem das mensalidades pagas pelos pais. A exigência não é somente pela abertura destas escolas e nem estamos desconsiderando o momento atual de pandemia, mas nossa luta é para que as famílias possam escolher a forma de conduzir a continuidade da educação dos filhos, com os devidos cuidados e biossegurança”, esclarece o parlamentar.

Em apoio as mães e em defesa da liberdade econômica e do cidadão, T. Coronel Paccola entregou um Ofício para o Presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Mato Grosso, Gelson Menegatti Filho, tendo em vista o desequilíbrio organizacional quanto a flexibilização das medicas para conter a pandemia da COVID-19.

“A decisão do retorno das aulas, seja de forma presencial ou virtual tem que ser do cidadão, cabe ao poder público fiscalizar. Hoje, o que mais vemos são os estabelecimentos de ‘diversão’, lotados, sem fiscalização, e quem está pagando um alto valor são as famílias, principalmente as crianças que estão perdendo a capacidade de interação, fora os mais de 1mil trabalhadores que perderam empregos da área escolar ”, salienta Paccola.

O vereador também cita o setor de eventos, como um dos setores mais comprometidos devido aos decretos municipais para contenção da covid-19.

A retomada das atividades exige a cooperação entre os órgãos que atuam direta ou indiretamente com a Educação Básica local, todos precisam cooperar, a discussão é urgente sobre o lugar das crianças e da escola na pandemia. Informações já consagradas cientificamente devem ser divulgadas, como: que crianças se infectam duas a cinco vezes menos do que adultos e o risco de se infectar é menor quanto mais jovem ela for, sendo raras em complicações nessa faixa etária.

Para as crianças, a exposição à COVID-19 apresenta um risco muito menor do que a exposição ao vírus da Influenza, que não causou fechamento dos estabelecimentos durante o surto, sendo estas, não super disseminadoras da COVID-19, que em sua maior parte assintomática ou apresentando sintomas leves, principalmente as de menor idade. Se as escolas seguirem os protocolos adequados e as medidas de prevenção, elas não serão locais de maior infecção, e sim seguras para professores, funcionários e alunos. Os impactos do isolamento social prolongado no desenvolvimento infantil e na saúde mental são imensos e duradouros. A obesidade, transtorno de ansiedade e de sono e danos pela exposição excessiva às telas são alguns dos muitos prejuízos que as crianças estão sofrendo.

Por fim, reitero meu apoio à retomada das atividades de forma presencial e híbrida, do ensino infantil, fundamental, médio, superior e tecnólogo, dentro dos protocolos de segurança, colocando-me à disposição para discussão.

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