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 Paccola repudia declaração de que ‘branco não é parado em Blitz’

Vereador que atuou no BOPE por 10 anos diz que não é possível observar cor de pele nem em momento de confronto armado.

Na última quinta-feira, 10 durante a segunda votação do Projeto de Lei que institui o Dia do Orgulho Hétero no calendário oficial na Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Robinson Ciréia pediu para que os parlamentares votassem contra o Projeto e ainda acrescentou “Não sou eu que sou hétero que vou sofrer violência por ser quem sou. Não sou eu que sou branco que vou ser parado em blitz”, a declaração foi rejeitada pelo vereador T. Coronel Paccola que já atuou na Segurança Pública de Mato Grosso e entende a rotina dos profissionais de segurança.

“É um absurdo comparar um Projeto de Lei que defende os valores da família para atacar uma corporação centenária. Na discussão, o vereador do PT demonstrou claramente a forma como eles denigrem as Instituições, em especial a organização ao qual eu represento, que é a Polícia Militar, colocando que a entidade é racista, colocando o fato dele ser branco, ele estava isento de ser abordado em uma blitz ou que pudesse fazer algo de errado, que a polícia não poderia prendê-lo ou ainda que a polícia não fiscaliza as pessoas por serem brancas. De maneira alguma a Polícia Militar atua desta forma, é uma corporação com maior índice de reconhecimento da população, apresentou 84% de confiabilidade na última pesquisa, demonstrando o quanto este posicionamento ideológico do vereador induz as pessoas a terem aversão e ódio desta Entidade que é a última barreira do caos, entre a sociedade e o crime”, esclareceu Paccola.

Paccola deve apresentar uma nota de repúdio defendendo a categoria que sofre anualmente com transtornos psicológicos, foram os que mais perderam seus membros durante a pandemia da covid-19, e ainda convive com o aumento das tentativas e suicídios consumados de seus componentes. “Nitidamente na defesa do público de minoria que o vereador representa, ele fez questão também de não só denegrir minha imagem, como também denegrir a imagem da instituição da qual eu honrei por 20 anos, trabalhando, servindo e protegendo a sociedade, dedicando minha vida. Na tentativa de denegrir minha pessoa, acabou denegrindo a instituição, classificando-a notadamente como racista, que persegue negros e que não se importa com possíveis erros e atos transgressores dos brancos, o que não é uma verdade, é mais uma falácia sobre a narrativa da esquerda que tenta destruir não só os valores morais e cristãos da sociedade, como também macular as instituições que mantém fortemente a defesa destes valores e princípios em especial aos militares que atuam na defesa do Brasil”, finaliza o vereador.

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